Dines, um caso clinico.
1 - Desconhecido? A
“Folha” publicou meu artigo (a pedido de sua direção) na pag.3.
A revista “Bravo” contestou com texto e fotos em várias
paginas. O próprio “Observatório” transcreveu (sem minha autorização e
sem pagar...). O artigo teve ampla repercussão nacional e internacional, o que
para desgosto do alberto
sempre acontece.
O snr. Dines (em
Ydish – Alte
Ligner, o mentiroso) finge que não me conhece.
Talvez, talvez. Duvido e faço pouco. Me conhece, ele
e seu bando. Somos de tribos opostas.
Eu o conheço muito bem – “O mais importante jornalista brasileiro” segundo ele
mesmo. Sem duvida o mais bem financiado – produção financiada por bancos e
alcatéias.
2 – Olavo de Carvalho
já deu uma lição de dignidade ao Dines que pediu
desculpas pela sua língua de trapo.
3 – Os jornais,
inclusive o seu “Observatório” é que publicam meus trabalhos, por meu conteúdo
de honestidade, interesse social e altitude intelectual.
4 – Com 13 anos de
idade escrevi para os jornais de minha cidade natal, Juiz de Fora, Minha
carteira da Associação Mineira de Imprensa é de 62 anos atrás!
5 – O “suicídio” de
Stefan Zweig foi explorado, comercialmente, pelo
snr. Dines, cujo
pai Israel junto com a policia enterraram o maior escritor do seu tempo. Como
dói uma verdade que nem a sua psicanálise curou (confissão de Alberto em
entrevista).
6 – Minha tese sobre
Zweig foi abonada pela professora doutora Anita Nowinski,
da U.S.P – insultada,
grosseiramente pelo pobre diabo Alberto cuja elegância fica ao nível do charco.
Que o diga Boris Casoy e centenas de vitimas de sua
vulgaridade.
7 – Não sou líder de
nenhuma comunidade ou gueto, mas sou minha integridade e trabalho, humilde e
sincero, ao contrário do que suas tietes escrotas escrevem em textos de
calunias.
8 – Não sou censor do
cristianismo como pretende eleger-me. Leia minha vasta obra, Alberto –
especialista do nada e constatará o espírito humanístico (
Vide “Jesus, o judeu”).
9 – O joguinho de
palavras Goldberg / Iceberg é expressivo de sua mente – doentia e sórdida.
10 – Nenhuma palavra
de Dines a meu respeito é
verdadeira. Amontoado de inveja, cinismo e ódio por seu complexo de
inferioridade.
-
Google – Notificação.
São
Paulo, 25 de setembro de 2008
Ao
GOOGLE BRASIL INTERNET LIMITADA
Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3.900, 5º andar, Itaim Bibi
04538-132 São Paulo (SP)
Ref.: Notificação Extrajudicial
Prezados Senhores,
Na qualidade de advogado do Dr.
A despeito da sua conduta profissional incólume e reputação ilibada (doc.
1), o Notificante foi severamente agredido por
meio de um texto da lavra do Sr. Alberto Dines,
publicado na internet pelo website Observatório
da Imprensa, por meio das seguintes URL’s:
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=272CIR001
http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=272CIR001
O texto, maliciosamente intitulado de “Como o Dr. Goldberg chegou lá”,
ataca, de forma gratuita e ardilosa, a conduta profissional do Notificante,
valendo-se de expressões difamatórias e atribuindo-lhe “idéias
estapafúrdias” e a suposta conduta de “ludibriar jornais” (doc.
2).
A seguir, refutam-se alguns dos trechos que atentam contra a dignidade e
notoriedade do Notificante. Vejamos:
1.
“Apresenta-se como advogado [...]”
O Notificante de fato é advogado, devidamente inscrito nos quadros da Ordem
dos Advogados do Brasil, Secção de São Paulo, sob nº 10.304. Assim, a
suspeita levantada pelo autor do texto em questão cai facilmente por terra.
Nessa condição, foi palestrante convidado pelo Tribunal de Alçada Criminal
de São Paulo, Associação dos Advogados de São Paulo, Faculdade de Direito da
Universidade de São Paulo. Foi condecorado, recentemente, com a comenda
Benjamin Colluci, pela Ordem dos Advogados do
Brasil, Subsecção de Juiz de Fora (MG), pelos serviços relevantes prestados
ao Direito Brasileiro.
2. “[...] foi dono de uma clinica psiquiátrica [...]”
O Notificante esclarece que é psicólogo e nunca foi proprietário de clínica
psiquiátrica. Mais essa confusão feita pelo texto é mal-intencionada e não
pode ser mantida.
3. “[...] mas já identificou-se como psicólogo
inclusive com o certificado de supervisor do C.R.P,
psicanalista, professor-visitante da Universidade de Londres etc., etc.”
Repita-se: o Notificante é psicólogo, graduado pela Universidade Católica de
Santos e doutor em psicologia pela Universidade Mackenzie. E, conforme já
informado acima, o Notificante é Professor Convidado da
University College
London Medical e da Middlesex
University., bem como
outras academias internacionais.
4. “O atributo que não exibe é o seu extraordinário faro para ludibriar
jornais, espécie de jornalista às avessas. Opina
sobre qualquer assunto, especialmente aqueles que dizem respeito ao
judaísmo, valendo-se do sobrenome para defender as posições mais
amalucadas.”
Devido ao seu relevo profissional reconhecido internacionalmente, o
Notificante é sempre procurado por jornais, revistas e editoras para
escrever ou dar entrevista sobre assuntos de relevância. Sempre e
insistentemente por iniciativa espontânea da mídia. Jamais usou assessoria
de imprensa ou recursos similares. Demais disso, a referência ao judaísmo
beira o preconceito.
5. “É a glória, dr.
Goldberg! Mas, doravante, convém que os redatores de plantão se acautelem e
não se deixem enganar com as idéias estapafúrdias do renomado prof.
Iceberg.”
Nesse ponto, o texto agride frontalmente o Notificante, associando-lhe a
“idéias estapafúrdias”. Da mesma forma, o trocadilho feito com o seu
sobrenome (rectius, Goldberg/Iceberg) é um
desrespeito ao nome de sua família.
Não obstante o despropósito do texto malsinado, ao se efetuar uma busca no
Google através do nome completo do Notificante, as referidas
URL’s são apontadas já na primeira página do
buscador (doc. 3).
Tal conduta, como não poderia deixar de ser, tem trazido inúmeros dissabores
ao Notificante, inclusive de ordem extrapatrimonial.
A difamação de seu nome em um buscador tão conhecido e utilizado quanto o
Google provoca, inclusive, reflexos em sua carreira profissional, construída
ao longo de muitos anos de trabalho e dedicação. Por essa via de raciocínio,
o dano patrimonial é ainda mais evidente.
Esclareça-se que o Notificante já solicitou, através do próprio buscador
Google, a remoção das referidas URL’s do sistema
de buscas. Não houve, entretanto, a efetiva exclusão das
URL’s, muito embora o próprio Google tenha
consentido com o tom difamatório do texto em questão, uma vez que indica o
status “removido” em um dos pedidos (doc.
4).
Em um caso muito semelhante ao presente, a Google Brasil Internet Limitada
foi condenada a indenizar o ofendido em R$ 30.000,00 (trinta mil reais).
Trata-se do processo nº 583.00.2006.225915-8, ajuizado por Carlos Frederico
Vergueiro, que tramitou perante a 17ª Vara Cível do Foro Central de São
Paulo (SP), cuja sentença ora se transcreve, em parte e
ipsis litteris:
“(...) Não se pode olvidar que os responsáveis
pelos serviços de disponibilização de informações na internet, tal qual o
‘blogspot.com’ e o ‘Google’, não podem ser obrigados a controlar todo o
conteúdo veiculado por terceiros. Contudo, a partir do momento em que
cientificados da ocorrência de violações a direitos por meio da utilização
de seus serviços, surge-lhes o dever de, incontinenti, suprimir a veiculação
das informações. O demandado foi, na data de 26 de abri de 2006, notificado
a obstar a continuação da disponibilização das informações atentatórias aos
direitos da personalidade do autor (fls. 18/19). Todavia, quedou-se inerte,
não impedindo que as lesões ao seu patrimônio moral continuassem. Assim, na
data de 8 de maio de 2006, o sítio continuava no ar (fls. 30), assim como em
8 de junho (fls. 33), 21 de julho (fls. 36), 12 de agosto (fls. 37), 10 de
novembro (fls. 41) e 13 de novembro do mesmo ano (fls. 43/48). Evidente,
pois, a culpa do requerido. Ao explorar economicamente a disponibilização de
informações, via internet, deve, ao menos após tendo ciência do cometimento
de atos ilícitos, impedir a perpetuação da lesão. Todavia, a providência não
foi adotada, em que pese eficazmente notificado para tanto. (...)”
(destacou-se)
Diante de todo o exposto, NOTIFICAMOS V.Sas.
para que, em 72 (setenta e duas horas) contadas
do recebimento da presente, (i) providenciem a remoção das
URL’s acima mencionadas do sistema de buscas do
Google, e, ainda, (ii) abstenham-se de veicular, em seu índice, qualquer
outra URL que contenha o texto difamatório em questão, sob pena de serem
adotadas as medidas judiciais cabíveis, nos âmbitos civil e criminal,
inclusive em relação aos danos morais e patrimoniais.
Cordialmente,
DIOGO MOURE DOS REIS VIEIRA
OAB/SP nº 238.443
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Resposta a Alberto Dines
O CANDELABRO ACESO
Marília Librandi Rocha
Rever a história. Re-iluminá-la. Lançar-lhe uma outra luz.
Quem se volta para a própria sombra? Perguntou Stefan Zweig, no conto "Leporella", em 1939. Agora, outra voz pergunta: "quem matou Stefan Zweig?", encontrado morto, com sua mulher, em 1942.Essa pergunta precisa ser feita. Ela é legítima, decente, conseqüente.
A suspeita de assassinato, encabeçada pelo psicólogo e escritor Jacob Pinheiro Goldberg e sustentada por outros pesquisadores, traz de volta o assombro, a perplexidade com a morte mal investigada, negligenciada (apesar das pompas fúnebres oficiais).
Respeitar Stefan Zweig é suspeitar de assassinato, pois seu suicídio passou para a história como o de um derrotista, e não de um bravo. Se o ato suicida foi seu gesto de adeus, ele o foi para acusar e revelar o assassinato de uma época. Foi-se como o candelabro enterrado, resistindo, e só aguardando um outro momento da história para reacender-se. Stefan nos aguarda. Ele, como disse Goldberg, deixou todas as pistas: morreu jogando xadrez e sua última novela é o jogo de xadrez. Zweig lidava com sutilezas, não com arrogância.
O próprio autor de sua biografia no Brasil, Alberto Dines, reúne dados que legitimam a suspeita de assassinato, mas ele não a ressalta, nem sequer levanta essa possibilidade. Por quê? "Pobre Zweig..." - seu biógrafo termina um livro com um epílogo com este título. "Pobre Zweig" diz ele repetidas vezes. Como "pobre Zweig"? É preciso dizer : Viva Zweig, Salve Zweig, Grande Zweig.
Frases colhidas no livro de Dines, Morte no Paraíso (1981): "(...) graças à lealdade dos amigos foram dispensadas autópsias e investigações(...)";"Ditadura, censura,paternalismo -junção de conveniências, leviandade, inconseqüência,impediram que alguns detalhes fossem buscados".(E justifica) "Não alterariam a tragédia..."; Declaração do diretor de Saúde Pública, ao autor: "Fomos proibidos de fazer a autópsia. Ordem do Palácio. Encontramos apenas um tubo de Adalina (...)sonífero leve(...)insuficiente para matar uma pessoa, quanto mais duas"; "...supunha-se nas primeiras horas que Stefan tivesse sido ameaçado ou sofrera pressões de grupos integralistas e pró-nazistas"; "foi derrotado", "teve fim inglório".
Em outro momento Dines faz um paralelo entre opostos excludentes, comparando Stefan Zweig a Hitler, nesta frase indefensável pinçada do epílogo de sua biografia: "Arribou Stefan no Brasil decidido a abster-se, aceitando instintivamente a pena decretada por Hitler de que judeus devem sumir. Erraram Adolf e Stefan, dois austríacos inquietos". Dois austríacos inquietos? Adolf e Stefan? Não há comparação possível, aproximação nenhuma pode unir o assassino à vítima.
Rubem Braga, respondendo aos ataques de covarde dirigidos a Zweig logo após a sua morte, escreveu estas palavras que corroboram nossa tese: "Os que choraram sua morte não são partidários do suicídio.Todos sentiram que a deserção deste homem valeu como lancinante protesto contra a estupidez(...),o corpo de um homem que Hitler matou". Mas seu biógrafo no Brasil, pensando louvar o escritor, diz: "o campeão do pacifismo(...)desertou"; "ousou apenas um gesto de militância-capitular"; "Zweig parou no meio do caminho, personagem de seu próprio crivo".
Inversão de perspectiva:questionar o suicídio é dever de honra para com a memória de um grande escritor. Lidemos com o paradoxo, com a ambivalência dos signos e dos gestos humanos: Stefan Zweig foi "suicidado".
Por que não houve autópsia?
Por que não foi enterrado no cemitério judeu do Rio, como queria o Rabino que veio para levar o corpo e foi impedido e ameaçado?
Por que, na Declaração final, sua esposa não é mencionada, se havia um pacto de morte entre eles?
Qual exatamente o veneno ingerido?
São algumas das muitas perguntas levantadas por Silvio Saindemberg.
Revejamos a cena.
Os dois, ele e sua mulher, são encontrados mortos na cama. Nas fotos do crime, eles aparecem em posições diversas. Como confiar nelas e saber que não houve adulteração? Na época, nada foi feito como averiguação. O motivo alegado: não incomodar os mortos. Depois foi achada uma Declaração, pacotes de livros para entregar ao editor, cartas e testamento. Ficou o que provava ineludivelmente o suicídio.Mas e o que não foi achado e se perdeu? E o que não foi contado?
A suspeita de assassinato lança um ponto de interrogação complexo e procedente com a vida, a obra e a história social e política da época. A tese de assassinato está mais próxima da noção de "A História como poetisa",texto do próprio Zweig, e também da concepção de História que propõe Walter Benjamim (outro "suicidado") e que, em suas teses sobre o conceito de história, mostra a necessidade de uma interrupção no discurso histórico, que ele qualifica de "messiânica"e que tem como fonte a razão poética.
Como disse Jeanne Marie Gagnebin em seu importante estudo História e narração em Walter Benjamim ( Perspectiva, 1994), "a tarefa do historiador "materialista" é definida essencialmente, pela produção, (de) rupturas eficazes". "Longe de apresentar de inicio um outro sistema explicativo ou uma "contra-história"(...), a reflexão do historiador deve provocar um abalo, um choque que imobiliza o desenvolvimento falsamente natural da narrativa".O que Pinheiro Goldberg fez parece ser exatamente isto: não quis propor uma "contra-história", mas provocar no desenrolar de seu discurso um abalo capaz de trazer Stefan Zweig de volta. É um espécie de ressurreição pela escrita - ato profano que engendra o retorna à vida.
Trata-se de uma "hermenêutica da suspeita", capaz de interromper a história para marcar "o lugar de uma verdade não-dita", assim como a psicanálise traz à tona o recalcado. "O pensamento de Benjamin" - continua Gagnebin - "me parece se aproximar mais da tradição profética judaica, isto é, de uma palavra corrosiva e impetuosa que subverte o ordenamento tranqüilo do discurso estabelecido; subversão tanto mais violenta quanto ela é também o lembrar de uma promessa e de uma exigência de transformação radical".
Um dos modos de "fazer irromper do passado uma significação inédita" é perceber semelhanças entre episódios distantes no tempo. Goldberg fez isso ao aproximar o caso de Zweig ao de Wladimir Herzog, ao de Iara Iavelberg, cujo suicídio alegado não passava de uma grande farsa.
Mais do que falar em tese, trata-se de uma postura diante da vida, diante da arte, diante da memória humana, escrevendo a história da humanidade que vale a pena. Ver o seu tempo, mas também fora dele, enxergando-o com vistas à Eternidade.
Por tudo isso, prefiro um epílogo que termine dizendo: Salve Zweig! Eu te saúdo.
Artigo publicado no
Suplemento Literário de Minas Gerais - No.58 - Abril 2000.
-
O Mentiroso
Desde que formulei requerimento
à polícia de Petrópolis, solicitando a re-abertura do inquérito relativo ao
“suicídio” de Stefan Zweig e sua mulher, Alberto Dines, passou a dedicar-me
parte de seu repertório de ódio e mentiras para tentar desmoralizar-me.
Tenta provar que não sou quem sou, que não faço o que faço, que faço o que não
faço, e, finalmente, que não existo, reduzindo-me a uma não-pessoa, Tática de
patrulha ideológica contando com a colaboração infame de eventuais desafetos que
recolho numa vida ativa de posições coerentes e definidas, contrastando com o
universo de malandro-goiaba no qual Dines transita, facilmente.
Sou vitima da sanha persecutória como todos que ousaram contestar a “biografia”
esdrúxula sobre Zweig que ele escreveu. Entre muitos outros as professoras
doutoras Maria Luiza Tucci Carneiro e Anita Nowinski, da U.S.P., consideradas
canalhas, pelo escriba.
Tamanho desvario se aclara numa entrevista narcisica publicada sob o titulo “O
jornalista que constrói pontes” na qual se constata seu conflito de identidade
como judeu e a intrigante afirmação de sua psicanalista de que “temos um outro
paciente no divã”, numa sessão dedicada a Stefan Zweig.
A propósito de meu artigo sobre a “Paixão de Cristo”, de Mel Gibson, publicado
na “Folha de São Paulo”, Olavo de Carvalho escreveu crítica na revista “Bravo”,
discordante, mas respeitosa. Mordido de inveja Dines atacou-me no seu “site” na
Internet. O filosofo Olavo de Carvalho em 27 de junho de 2001 já registrava o
“sintoma neurótico de Alberto Dines que deixo de analisar porque a vida mental
de Alberto Dines não é de meu interesse”.
O cineasta Silvio Back na entrevista retro-referida é qualificado de “idiota”
pelo documentário que fez sobre Zweig.
E, da mesma forma que faz a meu respeito, Dines acusa Maria Luiza Tucci Carneiro
de “falar em nome da comunidade”. Tolo. Como se o Brasil tivesse um gheto
judaico que demanda um porta-voz, que obviamente, seria ele, o “maior jornalista
brasileiro vivo”, segundo faz constar no Orkut.
Naquela entrevista delirante Dines insinua que Zweig induziu sua mulher Lotte ao
suicídio.
Pensei em refutar ponto-por-ponto as inverdades de Dines a meu respeito. Por
exemplo, insinuação de que não sou advogado. Sou (O.A.B.S.P. nº 10.304). De que
não sou psicólogo. Sou. (C.R.P 3522). De que não fui convidado a proferir
conferência na Faculdade de Medicina da Universidade de Londres. Fui e elogiado,
convidado a retornar. De que minha mãe não é judia, por causa do “Pinheiro”, e
portanto, sob o ponto de vista da matrilinhagem não sou judeu. Pinheiro é
tradução de Pinkas, nome de meu tio paterno Yakov Pinkas. Minha mãe solteira era
Elwing e sou neto por parte dela do Rabino Aron Elwing. Sua ignorância e racismo
não procedem. Sou judeu por opção e não a caricatura de judeu que ele é, sempre
paranóico, com auto-ódio e megalomania. De que fui proprietário de duas clinicas
de psiquiatria. Outra mentira. Livros, textos, conferências, ações sociais que
definiram minha carreira me separam do Dines. Nada tenho em comum com este
infeliz. Ele é o anverso intelectual, moral, ideológico, religioso do que sou.
-